Sem experientes Kléber e Emerson, Santos aposta em meninos da Vila
Atacante está suspenso e volante sente dores musculares. Jovens André e Alan devem ser os substitutos contra o Fluminense
Santos vai mais jovem para o jogo contra o Fluminense, domingo, na Vila Belmiro, pelo Brasileirão. Com Kleber Pereira, de 34 anos, suspenso, e Emerson, de 33, com dores musculares, as opções passam a ser dois jovens formados no clube: André e Alan, ambos de 18 anos.
O volante Alan, ainda tímido diante dos microfones, preferiu não garantir que será titular no jogo contra o Tricolor carioca, mas já aguarda com ansiedade a oportunidade de vestir a camisa do Santos.
- O que eu mais quero é jogar, mas não sei de nada. Ainda não vi a relação. Ele (Vanderlei Luxemburgo) ainda não me passou nada – disse o jogador, que treinou entre os titulares após Emerson abandonar a atividade com dores.
Alan aproveitou para se apresentar e falar sobre as suas características.
- Eu jogo como segundo volante. Comecei na divisão de base como meia, mas, pela minha altura (1,82 m), mudei para volante – contou.
Já André deve entrar na vaga de Kleber Pereira. O atacante santista cumpre suspensão devido ao cartão vermelho no empate da última quarta-feira com o Internacional. Natural do Rio de Janeiro e também cria do Peixe, ele espera frustrar a esperança dos amigos tricolores
- Não tem nada certo ainda, mas é o destino enfrentar logo um time carioca. Espero entrar, fazer gols e deixar meus amigos tricolores nervosos – brincou André, que preferiu não revelar para qual time torcia no Rio de Janeiro.
Sobre a partida, ele contou como Vanderlei Luxemburgo deve colocá-lo em campo. O jovem atleta fará a função de centroavante.
- O Luxemburgo me pediu para ficar mais fixo na área, com o Madson e o Ganso mais soltos – revelou. Enquanto não conta com seus jogadores mais experientes, o Santos volta a recorrer aos meninos da Vila.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Mano sai em defesa e diz que não tem o que reclamar de Felipe
Goleiro se irritou com notícias de que ele e e Chicão estariam fazendo 'corpo mole' para ganharem aumento salarial
Alvo de boatos de que estaria fazendo "corpo mole" para receber um aumento salarial, o goleiro Felipe ganhou um aliado nesta sexta-feira. O técnico Mano Menezes elogiou o comportamento do camisa 1 e garantiu que ele estava com uma lesão no tornozelo direito e, por isso, não atuou nas últimas três partidas do Corinthians no Campeonato Brasileiro. - Não temos nada a reclamar sobre a postura do Felipe. Fui eu e o departamento médico que decidimos que era o momento certo. Ele vinha jogando no sacrifício. Chega uma hora que você precisa tomar uma decisão para não cair de rendimento – disse o comandante. A informação irritou o goleiro, que pediu para conceder uma entrevista coletiva na quinta-feira explicando o fato. O zagueiro Chicão, outro apontado como suposto “chinelinho” para conseguir um acréscimo nos vencimentos, ainda não se pronunciou. - O Felipe é o jogador que mais atuou na temporada. Ele esteve nos momentos importantes das nossas conquistas e foi decisivo – acrescentou Mano. O treinador, aliás, mostrou insatisfação sobre como a informação chegou à imprensa durante a semana. Conselheiros do Corinthians teriam contado a jornalistas que os atletas vinham cobrando o clube para terem reajustes. - Precisamos parar de nos esconder muito no anonimato. Conselheiros e diretores têm nomes. Aí, podemos tratar isso mais internamente – completou.
Goleiro se irritou com notícias de que ele e e Chicão estariam fazendo 'corpo mole' para ganharem aumento salarial
Alvo de boatos de que estaria fazendo "corpo mole" para receber um aumento salarial, o goleiro Felipe ganhou um aliado nesta sexta-feira. O técnico Mano Menezes elogiou o comportamento do camisa 1 e garantiu que ele estava com uma lesão no tornozelo direito e, por isso, não atuou nas últimas três partidas do Corinthians no Campeonato Brasileiro. - Não temos nada a reclamar sobre a postura do Felipe. Fui eu e o departamento médico que decidimos que era o momento certo. Ele vinha jogando no sacrifício. Chega uma hora que você precisa tomar uma decisão para não cair de rendimento – disse o comandante. A informação irritou o goleiro, que pediu para conceder uma entrevista coletiva na quinta-feira explicando o fato. O zagueiro Chicão, outro apontado como suposto “chinelinho” para conseguir um acréscimo nos vencimentos, ainda não se pronunciou. - O Felipe é o jogador que mais atuou na temporada. Ele esteve nos momentos importantes das nossas conquistas e foi decisivo – acrescentou Mano. O treinador, aliás, mostrou insatisfação sobre como a informação chegou à imprensa durante a semana. Conselheiros do Corinthians teriam contado a jornalistas que os atletas vinham cobrando o clube para terem reajustes. - Precisamos parar de nos esconder muito no anonimato. Conselheiros e diretores têm nomes. Aí, podemos tratar isso mais internamente – completou.
Muricy Ramalho fica incomodado com o papel de protagonista do clássico
Treinador do Palmeiras, que foi demitido pelo São Paulo, diz que os atletas é que devem ser valorizados em relação ao jogo de domingo
Treinador é o grande destaque do clássico do domingo, que será no Morumbi
Personagem principal do clássico deste domingo, entre São Paulo e Palmeiras, afinal ele foi demitido pelo time do Morumbi e logo depois acabou contratado pela equipe de Palestra Itália, o técnico Muricy Ramalho está incomodado com esse status. Para ele, são os 22 atletas que farão a diferença na partida que será disputada no estádio do Morumbi.
- Um técnico pode fazer muito pouco. Me incomoda isso porque não se fala só do jogo e sim do Muricy. Dão muita importância para uma coisa que não merece tanto destaque, que não é legal. Deixamos de falar do jogo que é o mais importante – reclamou o treinador, que concedeu entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira, na Academia de Futebol.
Muricy até entendeu o colega Ricardo Gomes que, durante as coletivas da semana, foi muito perguntado sobre o trabalho do seu antecessor.
- Vocês (jornalistas) ficam lá perguntando para ele sobre o meu trabalho e isso é ruim. Ele é o técnico do São Paulo e está fazendo um bom trabalho. Ele até foi muito educado com vocês - ressaltou.
Ao ser questionado sobre o que aconteceria se fosse ele no lugar de Ricardo Gomes, o técnico brincou.
- Eu não fui para Monaco (onde Ricardo Gomes trabalhou por muito tempo), mas estou aprendendo – disse o técnico, rindo em seguida.
Treinador do Palmeiras, que foi demitido pelo São Paulo, diz que os atletas é que devem ser valorizados em relação ao jogo de domingo
Treinador é o grande destaque do clássico do domingo, que será no Morumbi
Personagem principal do clássico deste domingo, entre São Paulo e Palmeiras, afinal ele foi demitido pelo time do Morumbi e logo depois acabou contratado pela equipe de Palestra Itália, o técnico Muricy Ramalho está incomodado com esse status. Para ele, são os 22 atletas que farão a diferença na partida que será disputada no estádio do Morumbi.
- Um técnico pode fazer muito pouco. Me incomoda isso porque não se fala só do jogo e sim do Muricy. Dão muita importância para uma coisa que não merece tanto destaque, que não é legal. Deixamos de falar do jogo que é o mais importante – reclamou o treinador, que concedeu entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira, na Academia de Futebol.
Muricy até entendeu o colega Ricardo Gomes que, durante as coletivas da semana, foi muito perguntado sobre o trabalho do seu antecessor.
- Vocês (jornalistas) ficam lá perguntando para ele sobre o meu trabalho e isso é ruim. Ele é o técnico do São Paulo e está fazendo um bom trabalho. Ele até foi muito educado com vocês - ressaltou.
Ao ser questionado sobre o que aconteceria se fosse ele no lugar de Ricardo Gomes, o técnico brincou.
- Eu não fui para Monaco (onde Ricardo Gomes trabalhou por muito tempo), mas estou aprendendo – disse o técnico, rindo em seguida.
Fã de clássicos, Ricardo Gomes sonha com nova arrancada tricolor no Brasileiro
Técnico do São Paulo planeja vencer o Palmeiras e iniciar retomada da briga pela liderança. Antes de perder na Arena, time ficou nove jogos invicto
Ricardo Gomes quer ousadia no clássico
O estilo de Ricardo Gomes, técnico do São Paulo, não é tão acelerado quanto o de Muricy Ramalho, atual treinador do Palmeiras. Mas uma coisa eles têm em comum: a paixão por clássicos. Adversários neste domingo, os dois gostam desses jogos recheados de rivalidade. Não só pela história, mas pelo que pode representar adiante. - A equipe sai fortalecida de jogos como esses. É por isso que gosto. Não podemos é vencer e entrar em uma zona de conforto. Se soubermos aproveitar um bom resultado podemos fazer um estrago – declarou o comandante são-paulino. Mais do que vencer um rival, um triunfo do São Paulo no clássico deste domingo, no estádio do Morumbi, pode dar início a um novo embalo no Brasileirão. Antes de perder do Atlético-PR, na Arena da Baixada, o Tricolor vinha de nove jogos sem perder. Tal desempenho fez o time sair da 15ª colocação e chegar ao G-4.
E para retomar essa condição e seguir na briga pela liderança com o Palmeiras, a vitória é fundamental para a equipe do Morumbi. Por isso, o técnico concorda com o volante Richarlyson, que pediu mais ousadia ao time no clássico de domingo. - Concordo que temos de correr riscos, mas dentro de uma organização, dentro do coletivo. É difícil uma equipe vencer sem ser ousada – disse Ricardo Gomes. Pelo menos o retrospecto recente do clássico é favorável ao São Paulo. Desde 2002, o Verdão não vence o Tricolor no estádio do Morumbi. Foram 14 jogos, com dez vitórias do clube mandante e quatro empates
Técnico do São Paulo planeja vencer o Palmeiras e iniciar retomada da briga pela liderança. Antes de perder na Arena, time ficou nove jogos invicto
Ricardo Gomes quer ousadia no clássico
O estilo de Ricardo Gomes, técnico do São Paulo, não é tão acelerado quanto o de Muricy Ramalho, atual treinador do Palmeiras. Mas uma coisa eles têm em comum: a paixão por clássicos. Adversários neste domingo, os dois gostam desses jogos recheados de rivalidade. Não só pela história, mas pelo que pode representar adiante. - A equipe sai fortalecida de jogos como esses. É por isso que gosto. Não podemos é vencer e entrar em uma zona de conforto. Se soubermos aproveitar um bom resultado podemos fazer um estrago – declarou o comandante são-paulino. Mais do que vencer um rival, um triunfo do São Paulo no clássico deste domingo, no estádio do Morumbi, pode dar início a um novo embalo no Brasileirão. Antes de perder do Atlético-PR, na Arena da Baixada, o Tricolor vinha de nove jogos sem perder. Tal desempenho fez o time sair da 15ª colocação e chegar ao G-4.
E para retomar essa condição e seguir na briga pela liderança com o Palmeiras, a vitória é fundamental para a equipe do Morumbi. Por isso, o técnico concorda com o volante Richarlyson, que pediu mais ousadia ao time no clássico de domingo. - Concordo que temos de correr riscos, mas dentro de uma organização, dentro do coletivo. É difícil uma equipe vencer sem ser ousada – disse Ricardo Gomes. Pelo menos o retrospecto recente do clássico é favorável ao São Paulo. Desde 2002, o Verdão não vence o Tricolor no estádio do Morumbi. Foram 14 jogos, com dez vitórias do clube mandante e quatro empates
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Alex Mineiro treina entre os titulares e pode enfrentar o Náutico nos Aflitos
Atacante ainda não atuou como titular sob o comando de Antônio Lopes
Gazeta do Povo Curitiba
Divulgação/Site Oficial do Atlético-PR
Alex estará em ação contra o Náutico
O atacante Alex Mineiro deve ser confirmado na equipe titular do Atlético-PR, que enfrenta Náutico, sábado, no Recife. Na manhã desta quinta-feira, o jogador participou de todo o treino coletivo. O atacante até balançou a rede no treinamento. Ele deve entrar no lugar Paulo Baier, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Com isso, Marcinho será deslocado do ataque para o meio de campo. A última vez em que Alex Mineiro começou uma partida como titular do Furacão foi na derrota por 3 a 0 para o Goiás, no Serra Dourada, dia 29 de julho. O resultado provocou a demissão do técnico Waldemar Lemos. Portanto, com Antônio Lopes ele será titular pela primeira vez. A intenção de Lopes, de acordo com a movimentação do coletivo, é colocar Marcinho na função de Baier, destaque da equipe atleticana. - Para o lugar do Paulo (Baier) não temos um jogador com as mesmas características, por isso teremos de adaptar - explicou o treinador. No lugar de Valencia, também suspenso, Fransergio deve ocupar a posição. Pelo menos foi escalado no setor de marcação durante o treinamento. Outra opção é a escalação de Renan.
Atacante ainda não atuou como titular sob o comando de Antônio Lopes
Gazeta do Povo Curitiba
Divulgação/Site Oficial do Atlético-PR
Alex estará em ação contra o Náutico
O atacante Alex Mineiro deve ser confirmado na equipe titular do Atlético-PR, que enfrenta Náutico, sábado, no Recife. Na manhã desta quinta-feira, o jogador participou de todo o treino coletivo. O atacante até balançou a rede no treinamento. Ele deve entrar no lugar Paulo Baier, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Com isso, Marcinho será deslocado do ataque para o meio de campo. A última vez em que Alex Mineiro começou uma partida como titular do Furacão foi na derrota por 3 a 0 para o Goiás, no Serra Dourada, dia 29 de julho. O resultado provocou a demissão do técnico Waldemar Lemos. Portanto, com Antônio Lopes ele será titular pela primeira vez. A intenção de Lopes, de acordo com a movimentação do coletivo, é colocar Marcinho na função de Baier, destaque da equipe atleticana. - Para o lugar do Paulo (Baier) não temos um jogador com as mesmas características, por isso teremos de adaptar - explicou o treinador. No lugar de Valencia, também suspenso, Fransergio deve ocupar a posição. Pelo menos foi escalado no setor de marcação durante o treinamento. Outra opção é a escalação de Renan.
Marques luta contra a aposentadoria por sonho de levar o Galo à Libertadores
Aos 36 anos, atacante do Atlético-MG está em processo de recuperação de uma cirurgia complicada no joelho direito
Richard Souza Belo Horizonte
Ele anda meio sumido, prefere ficar longe dos flashes e entrevistas, mas tem trabalhado duro para, em breve, voltar a fazer aquilo que mais gosta. Aos 36 anos, o atacante Marques encara o fantasma da aposentadoria pelo sonho de ajudar o Atlético-MG a voltar à Libertadores, algo que não ocorre desde 2000. Uma batalha complicada que ele trava com o corpo desde o Brasileirão do ano passado, mas longe de ser invencível.
Antes de encerrar mais um dia de trabalho, Marques conversa com a reportagem do GLOBOESPORTE.COM na Cidade do Galo
Uma lesão na cartilagem do joelho direito começou a incomodar no fim de 2008. Apesar das dores, o jogador encerrou a temporada em campo. A cirurgia era inevitável e marcou o início de um tratamento longo e desgastante, como explica o médico do Galo, Rodrigo Lasmar. - No início do ano, foi feita uma correção desta lesão, onde nós fizemos uma raspagem nessa cartilagem onde havia esta erosão na superfície do osso. Ele foi operado no fim de janeiro, vem seguindo um processo de fisioterapia, de recuperação. Já iniciou o treinamento com a preparação física, está correndo no campo. Vem mostrando bons resultados, boas respostas. No início, nós tivemos a ideia de que fosse algo em torno de seis meses de recuperação. A cartilagem é um tecido muito nobre do corpo humano e é um dos mais difíceis de regeneração. É uma lesão de difícil tratamento – explicou. Corpo quase no ponto, e cabeça em dia. Marques adota um tom sereno
para o explicar o que sente longe dos gramados.
Tenho projeto ainda para este meu final de carreira. Tenho o pensamento de encerrar dentro de campo, de jogar. Busco isso com todas as minhas forças. Se de repente isso não acontecer, é ter o coração tranquilo e a cabeça serena para saber que você fez o possível para concretizar o objetivo.
"
- Ainda estou num processo de evolução da lesão. Fiz uma cirurgia difícil, delicada, mas que ainda está dentro do prazo de recuperação. Não é fácil a rotina de fisioterapia, realmente é muito cansativo. Mas estou muito animado e com fé que vai dar tudo certo e a gente vai poder voltar. O lance de não estar jogando, sinceramente, eu levo de boa. A partir do momento que tive a lesão e a cirurgia, sabia que ia ser um processo bem difícil, bem lento. E estou tranquilo. Estou fazendo o possível, o que está ao meu alcance, para voltar e voltar bem – disse. Maior ídolo atleticano desde a década de 90, tem orgulho dos 370 jogos e 131 gols pelo clube por quem nutre profunda admiração. Marques é o nono artilheiro da história do Galo, atrás de feras como Reinaldo e Dadá Maravilha. É nestes números que ele busca fôlego e força para se recuperar. - Na história, na convivência com os amigos que também estão na fisioterapia. Um troca força com outro para superar este momento juntos. A família também é muito importante, mas acima de tudo aquilo que você tem no seu interior. Aquela sua força que marca sua carreira por quase 20 anos no mundo do futebol. Acho que isso é fundamental. É você estar bem espiritualmente para superar este problema – comentou. Na terceira passagem pelo Atlético – as duas anteriores foram de 97 a 2002 e 2005 e 2006 -, olha para trás e recorda uma trajetória de muita entrega. E aí está o segredo para não desistir. Apesar de saber que está na reta final da carreira, Marques cultiva planos.
O Atlético vive um momento maravilhoso. A gente vê que há uma sintonia entre o pessoal que está dentro de campo e aquele que é o maior patrimônio do clube, que é a torcida. E quando há esta sintonia o Atlético é sempre muito grande, muito forte. Espero e torço para que isso continue até o final."
- Tenho projeto ainda para este meu final de carreira. Tenho o pensamento de encerrar dentro de campo, de jogar. Busco isso com todas as minhas forças. Se de repente isso não acontecer, é ter o coração tranquilo e a cabeça serena para saber que você fez o possível para concretizar o objetivo. Meu pensamento é outro. Estou com muita força de vontade, muito focado, para superar – afirmou. O maior objetivo é a Libertadores do ano que vem. Apesar da queda do Atlético nas últimas rodadas - o time não vence há quatro partidas -, a confiança persiste.- O Atlético vive um momento maravilhoso. A gente vê que há uma sintonia entre o pessoal que está dentro de campo e aquele que é o maior patrimônio do clube, que é a torcida. E quando há esta sintonia o Atlético é sempre muito grande, muito forte. Espero e torço para que isso continue até o final e o Atlético busque uma excelente classificação, jogando um torneio tão importante como a Libertadores – comentou.
O atacante não nega que pretende voltar a jogar na reta final do Brasileirão e, se possível, ajudar a garantir uma vaga no G-4.
- Eu penso e diria que é um combustível a mais para a gente se apegar. Mas tem de ser passo a passo, não posso atropelar etapas. No momento é ficar na torcida pelo time, pelos jogadores, que estão fazendo uma excelente campanha, um excelente trabalho - elogiou.
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Aos 36 anos, atacante do Atlético-MG está em processo de recuperação de uma cirurgia complicada no joelho direito
Richard Souza Belo Horizonte
Ele anda meio sumido, prefere ficar longe dos flashes e entrevistas, mas tem trabalhado duro para, em breve, voltar a fazer aquilo que mais gosta. Aos 36 anos, o atacante Marques encara o fantasma da aposentadoria pelo sonho de ajudar o Atlético-MG a voltar à Libertadores, algo que não ocorre desde 2000. Uma batalha complicada que ele trava com o corpo desde o Brasileirão do ano passado, mas longe de ser invencível.
Antes de encerrar mais um dia de trabalho, Marques conversa com a reportagem do GLOBOESPORTE.COM na Cidade do Galo
Uma lesão na cartilagem do joelho direito começou a incomodar no fim de 2008. Apesar das dores, o jogador encerrou a temporada em campo. A cirurgia era inevitável e marcou o início de um tratamento longo e desgastante, como explica o médico do Galo, Rodrigo Lasmar. - No início do ano, foi feita uma correção desta lesão, onde nós fizemos uma raspagem nessa cartilagem onde havia esta erosão na superfície do osso. Ele foi operado no fim de janeiro, vem seguindo um processo de fisioterapia, de recuperação. Já iniciou o treinamento com a preparação física, está correndo no campo. Vem mostrando bons resultados, boas respostas. No início, nós tivemos a ideia de que fosse algo em torno de seis meses de recuperação. A cartilagem é um tecido muito nobre do corpo humano e é um dos mais difíceis de regeneração. É uma lesão de difícil tratamento – explicou. Corpo quase no ponto, e cabeça em dia. Marques adota um tom sereno
para o explicar o que sente longe dos gramados.
Tenho projeto ainda para este meu final de carreira. Tenho o pensamento de encerrar dentro de campo, de jogar. Busco isso com todas as minhas forças. Se de repente isso não acontecer, é ter o coração tranquilo e a cabeça serena para saber que você fez o possível para concretizar o objetivo.
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- Ainda estou num processo de evolução da lesão. Fiz uma cirurgia difícil, delicada, mas que ainda está dentro do prazo de recuperação. Não é fácil a rotina de fisioterapia, realmente é muito cansativo. Mas estou muito animado e com fé que vai dar tudo certo e a gente vai poder voltar. O lance de não estar jogando, sinceramente, eu levo de boa. A partir do momento que tive a lesão e a cirurgia, sabia que ia ser um processo bem difícil, bem lento. E estou tranquilo. Estou fazendo o possível, o que está ao meu alcance, para voltar e voltar bem – disse. Maior ídolo atleticano desde a década de 90, tem orgulho dos 370 jogos e 131 gols pelo clube por quem nutre profunda admiração. Marques é o nono artilheiro da história do Galo, atrás de feras como Reinaldo e Dadá Maravilha. É nestes números que ele busca fôlego e força para se recuperar. - Na história, na convivência com os amigos que também estão na fisioterapia. Um troca força com outro para superar este momento juntos. A família também é muito importante, mas acima de tudo aquilo que você tem no seu interior. Aquela sua força que marca sua carreira por quase 20 anos no mundo do futebol. Acho que isso é fundamental. É você estar bem espiritualmente para superar este problema – comentou. Na terceira passagem pelo Atlético – as duas anteriores foram de 97 a 2002 e 2005 e 2006 -, olha para trás e recorda uma trajetória de muita entrega. E aí está o segredo para não desistir. Apesar de saber que está na reta final da carreira, Marques cultiva planos.
O Atlético vive um momento maravilhoso. A gente vê que há uma sintonia entre o pessoal que está dentro de campo e aquele que é o maior patrimônio do clube, que é a torcida. E quando há esta sintonia o Atlético é sempre muito grande, muito forte. Espero e torço para que isso continue até o final."
- Tenho projeto ainda para este meu final de carreira. Tenho o pensamento de encerrar dentro de campo, de jogar. Busco isso com todas as minhas forças. Se de repente isso não acontecer, é ter o coração tranquilo e a cabeça serena para saber que você fez o possível para concretizar o objetivo. Meu pensamento é outro. Estou com muita força de vontade, muito focado, para superar – afirmou. O maior objetivo é a Libertadores do ano que vem. Apesar da queda do Atlético nas últimas rodadas - o time não vence há quatro partidas -, a confiança persiste.- O Atlético vive um momento maravilhoso. A gente vê que há uma sintonia entre o pessoal que está dentro de campo e aquele que é o maior patrimônio do clube, que é a torcida. E quando há esta sintonia o Atlético é sempre muito grande, muito forte. Espero e torço para que isso continue até o final e o Atlético busque uma excelente classificação, jogando um torneio tão importante como a Libertadores – comentou.
O atacante não nega que pretende voltar a jogar na reta final do Brasileirão e, se possível, ajudar a garantir uma vaga no G-4.
- Eu penso e diria que é um combustível a mais para a gente se apegar. Mas tem de ser passo a passo, não posso atropelar etapas. No momento é ficar na torcida pelo time, pelos jogadores, que estão fazendo uma excelente campanha, um excelente trabalho - elogiou.
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Ceni encara clássico com espírito de final, mas avisa: há vida após o Palmeiras
Goleiro lembra que este não é o único jogo importante na competição
Ceni pensa em diminuir vantagem do Palmeiras
Com larga experiência em clássicos entre São Paulo e Palmeiras , Rogério Ceni observa a tabela e vê que uma vitória do Tricolor diminui a diferença para o líder e rival em apenas um ponto. Por isso, a partida tem que ser encarada com o espírito de final. Mas sem pensar que o Brasileirão acaba nesta partida. Independentemente do resultado, a competição segue.
- A tendência é de um jogo pegado, marcado. Espero que seja firme, mas na bola, para que a gente não incite a violência no estádio. Tem que ser com espírito de final de campeonato. Mas não é o jogo da vida. Não vamos morrer se não vencermos. Mas claro que é importante fazer cair a diferença na tabela, temos a chance - explicou Ceni.
O camisa 1 ficou quatro meses fora por causa de uma fratura no tornozelo esquerdo. Voltou contra o Sport e em seguida enfrentou o Atlético-PR. Encarar um clássico logo após o retorno é sempre bom, diz o goleiro.
- Joguei alguns São Paulo x Palmeiras, não sei quantos, uns 30, 40, 50. É sempre um jogo bacana, especial, porque mobiliza uma metrópole como São Paulo, não é uma cidade qualquer. Ano passado o Palmeiras também tinha vantagem de dois pontos, e empatamos no Palestra. Agora são quatro pontos e vamos tentar diminuir. É um jogo em um estádio bom, com um gramado de qualidade, com chance de casa cheia, e é muito bom jogar em um lugar repleto de pessoas - completou.
Goleiro lembra que este não é o único jogo importante na competição
Ceni pensa em diminuir vantagem do Palmeiras
Com larga experiência em clássicos entre São Paulo e Palmeiras , Rogério Ceni observa a tabela e vê que uma vitória do Tricolor diminui a diferença para o líder e rival em apenas um ponto. Por isso, a partida tem que ser encarada com o espírito de final. Mas sem pensar que o Brasileirão acaba nesta partida. Independentemente do resultado, a competição segue.
- A tendência é de um jogo pegado, marcado. Espero que seja firme, mas na bola, para que a gente não incite a violência no estádio. Tem que ser com espírito de final de campeonato. Mas não é o jogo da vida. Não vamos morrer se não vencermos. Mas claro que é importante fazer cair a diferença na tabela, temos a chance - explicou Ceni.
O camisa 1 ficou quatro meses fora por causa de uma fratura no tornozelo esquerdo. Voltou contra o Sport e em seguida enfrentou o Atlético-PR. Encarar um clássico logo após o retorno é sempre bom, diz o goleiro.
- Joguei alguns São Paulo x Palmeiras, não sei quantos, uns 30, 40, 50. É sempre um jogo bacana, especial, porque mobiliza uma metrópole como São Paulo, não é uma cidade qualquer. Ano passado o Palmeiras também tinha vantagem de dois pontos, e empatamos no Palestra. Agora são quatro pontos e vamos tentar diminuir. É um jogo em um estádio bom, com um gramado de qualidade, com chance de casa cheia, e é muito bom jogar em um lugar repleto de pessoas - completou.
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